O debate regressa ao horário nobre da SIC, com o programa "Aqui e agora", conduzido por Rodrigo Guedes de Carvalho. Da rubrica do "Jornal da Noite" herdou apenas o nome e parte do cenário. O formato é diferente.
O espaço dedicado ao debate já estava consagrado no "Jornal da Noite" das quintas-feiras. Mas, a partir desta semana, autonomiza-se, tal como aconteceu recentemente com o "Nós por cá", e ganha um formato próprio. "Aqui e agora" estreia depois de amanhã, a seguir ao noticiário, e embora mantenha o nome e continue a ser conduzido pelo jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho, o programa é distinto da versão anterior.
"O que fica é o título e parte do cenário que nos pareceu uma boa solução", adiantou Rodrigo Guedes de Carvalho, acrescentando que o espaço físico mudou. Em vez do estúdio da SIC, o programa será emitido em directo a partir dos estúdios da Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, e contará com público a assistir.
"São cerca de 30 pessoas, com ligações ou não ao tema da semana, e que poderão ser convidadas a intervir", prossegue o responsável. A flexibilidade do formato permite ainda que o número de convidados oscile entre dois ou quatro. Também aqui há uma novidade. Em vez de comentadores fixos, os convites serão feitos de acordo com cada tema abordado.
A primeira emissão é dedicada ao tema "A televisão e a política". Pretende-se debater as candidaturas mediáticas que têm surgido para as próximas eleições autárquicas e "o que é preciso ser neste país para se ter uma carreira mediática". Dos quatro convidados estão confirmadas as presenças de Francisco Moita Flores, presidente da Câmara de Santarém, o jornalista Hernâni Carvalho, candidato à Câmara de Odivelas, dois casos em que primeiro veio o reconhecimento mediático e só depois a actividade política, e Joana Amaral Dias, que ganhou notoriedade com a chegada ao Bloco de Esquerda.
Além dos membros da assistência, a opinião do público de casa também será tida em conta, mas com a mediação de jornalistas. Aproveitando as funcionalidades da multiplataforma SIC, os espectadores serão convidados a pronunciar-se. "Pedimos às pessoas que participem através do envio de e-mails, vídeos, comentários, testemunhos e até perguntas dirigidas aos convidados", explicou o jornalista.
Durante cada edição, também podem ser enviados e-mails para o debate. A equipa do "Aqui e agora" seleccionará alguns que serão encaminhados para o jornalista, que por sua vez decidirá quantos e quais irá aproveitar para o programa para, por exemplo, "interpelar os intervenientes.
O espaço dedicado ao debate já estava consagrado no "Jornal da Noite" das quintas-feiras. Mas, a partir desta semana, autonomiza-se, tal como aconteceu recentemente com o "Nós por cá", e ganha um formato próprio. "Aqui e agora" estreia depois de amanhã, a seguir ao noticiário, e embora mantenha o nome e continue a ser conduzido pelo jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho, o programa é distinto da versão anterior.
"O que fica é o título e parte do cenário que nos pareceu uma boa solução", adiantou Rodrigo Guedes de Carvalho, acrescentando que o espaço físico mudou. Em vez do estúdio da SIC, o programa será emitido em directo a partir dos estúdios da Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, e contará com público a assistir.
"São cerca de 30 pessoas, com ligações ou não ao tema da semana, e que poderão ser convidadas a intervir", prossegue o responsável. A flexibilidade do formato permite ainda que o número de convidados oscile entre dois ou quatro. Também aqui há uma novidade. Em vez de comentadores fixos, os convites serão feitos de acordo com cada tema abordado.
A primeira emissão é dedicada ao tema "A televisão e a política". Pretende-se debater as candidaturas mediáticas que têm surgido para as próximas eleições autárquicas e "o que é preciso ser neste país para se ter uma carreira mediática". Dos quatro convidados estão confirmadas as presenças de Francisco Moita Flores, presidente da Câmara de Santarém, o jornalista Hernâni Carvalho, candidato à Câmara de Odivelas, dois casos em que primeiro veio o reconhecimento mediático e só depois a actividade política, e Joana Amaral Dias, que ganhou notoriedade com a chegada ao Bloco de Esquerda.
Além dos membros da assistência, a opinião do público de casa também será tida em conta, mas com a mediação de jornalistas. Aproveitando as funcionalidades da multiplataforma SIC, os espectadores serão convidados a pronunciar-se. "Pedimos às pessoas que participem através do envio de e-mails, vídeos, comentários, testemunhos e até perguntas dirigidas aos convidados", explicou o jornalista.
Durante cada edição, também podem ser enviados e-mails para o debate. A equipa do "Aqui e agora" seleccionará alguns que serão encaminhados para o jornalista, que por sua vez decidirá quantos e quais irá aproveitar para o programa para, por exemplo, "interpelar os intervenientes.
fonte: JN
Comentários
SÃO MAIS RACIONAIS DO QUE NÓS MESMO,VAMOS ACABAR COM ESSA VIOLENCIA COM NOSSAS CRIATURINHAS INDEFESAS, ELES SO QUEREM VIVER.
OBRIGADA.
Porque que as autoridades portuguesas entragam para familias... que estão em seu lar sossegado uma criança,que com o passar do tempo ali vai a ver afeto,carinho e amor,e depois de algus anos vão e tiram a criança destas pessoas , como se não fosse ninguem, pois eram alguem quando precisaram de deixar a criança lá. mas quando os pais entram em tribunal numa batalha encansavel para recuperar a criança, o mesmo juiz que a entregoua estas familia deveria dar logo o veredito pois ali tem uma ligação muito forte com a criança, mas ele não pensam nas pessoas que a acolheram e nem na criança. pois neste ponto os tribunais e o governo deveria fazer uma istituição, ou se ja existe porque não por a criança lá ao em vez de as por no meio de pessoas humildes de coração,pois so quem tem coração e muito amor para dar e que criam estas crianças duarantes alguns anos e sem mais nem menos são tiradas destas pessoas como animais que ficam sem sua cria, pois o ser humano tiram os filhotes dos seus papas e nem ligam. sera que estas pessoas são consideradas animais que criame tem amor e depois vão la e tiram a sua cria como se nada tivesse acontecido sem pensar no centimento da criança e dos pais adotivos.este e meu desabafo pois escreveria mais pois a minha revolta e muita.pois se uma mãe não trata seus filhos como deve ser apartirdo momento que ela vaipara uma casa de acolhimento e porque esta mãe não tem o menor pudor e direito de a criar,pois dela sim se deve tirar seus filho comose tira dos animais. obrigado!
Com novas novidades . (:
Obrigado